Sugestão de "Chá de Bebê"
Cruel!

Escrito por Cris Passinato às 14h54
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Show da Claudia Telles em Ctba

Escrito por Cris Passinato às 14h50
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Câncer de Mama - Prevenção


Auto Exame:
Um simples gesto que pode salvar sua vida.
Faça Sempre !
OBS: Eu não fui vítima de câncer de Mama, mas não gostaria de ser, por isso, vc que o teve, não está sozinha, e tem muita gente, como eu que tb quer ajudar, olhe o site do link da imagem, obrigada!
Escrito por Cris Passinato às 21h30
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Que lindo!
Gente, eu linquei o Camafeu da imagem o site de direito e vou publicar o comentário:
José Luis][webmaster@cancerdemama.com.br][www.cancerdemama.com.br][Santos-SP] Olá, Cris Passinato. Fiquei contente, em saber que várias visitas em nosso site, foram oriundas do seu site, mesmo sem ter o link (olharam a propriedade da figura). Mas o importante é a história desse camafeu, o nosso logotipo. Logotipo foi criado especialmente para nós por um artista plástico, onde expressa o nosso ideal ou seja uma imagem de mulher que, mastectomizada (sem o seio), reflete sempre a imagem plena e completa de todo ser, com toda a essência de sua feminilidade. Este camafeu, tb foi fonte de inspiração para o logo do Instituto Neo Mama (que atende as mulheres com câncer de mama), só que no formato de um coração onde expressa o amor e a solidariedade. Agradeciria se houvesse um link para o site: www.cancerdemama.com.br Pois a prevenção é muito importante. Muito Obrigado José Luis
Escrito por Cris Passinato às 20h19
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Maurício de Souza no Dia Global do Voluntário
 

Escrito por Cris Passinato às 16h58
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DIA DO VOLUNTARIADO JOVEM!!!!! 16,17 E 18 - DIA GLOBAL - ENTRE E INFORME-SE!!!
Clique na animação e escute e veja o vídeo em que Maria Rita pede atenção de você, jovem que pode se unir a uma galera legal e fazer algo, entre no site e informe-se!!!

Escrito por Cris Passinato às 18h08
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Clique na figura e entre no site da Cantora e aproveite o convite!

Escrito por Cris Passinato às 22h49
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Bons de Faro...
Cheirosos vcs, ein?

Escrito por Cris Passinato às 22h41
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Ser Poeta Hoje é Fácil

Por Cris Passinato*
Ser poeta hoje é bem fácil, viu?
É só ter um nome bonito, ou pseudônimo interessante, ou mesmo inventado.
Ir aos grupos de literatura virtuais e se increver no maior número deles, além disso estar em todas as cirandas e metiês de correntinhas e mandar ver nos versos.
Se tem habilidade, ótimo, vai em frente e busca ferramentas como páginas facilmente construídas e pede encarecidamente para ser divulgado e depois vai em frente e digita uns versos sensuais com vocabulário bem comum ou de fácil interpretação, ou pega o Minutos de Sabedoria e adapta e consegue algo no sentido da auto-ajuda.
Pronto, fórmula feita, plano B, são os designs, é só ser gentil e conhecido, ser amável e mostrar que troca divulgação e assim vai sendo divulgado e colocado entre as páginas dos melhores designers da internet.
Se tem dinheiro e bom potencial de se tornar um bom cliente de webdesign ou mesmo você que tem a tal habilidade tem tempo ou quer fuçar como fazer os tais e tornar sua página linda, pronto, é o suficiente, explode no meio da nata da e-literatura.
Nisso o passo seguinte são antologias, e-books, publicações digitais, começam os convites para papiros, zines, jornais comunitários e alguns eventos da nata da literatura mesmo para vc introjectar sua imagem em algumas fotos e dizer-se "acadêmico" e enfim, poder estar entrando na máfia editorial, introduzir um projeto e publicar um livrinho que se comercialmente possível de se lançar, logo é chamado a um lançamento com mídia, retratos, muita champagne e canapés!
Isso aí, mas onde estão o argumento, o sentimento, a verdade e a poética? Haja inspiração, haja verso, haja noite e dia para tanta produção, será que essa produção em série, em quantidade de indústria, mercadologicamente inviável de ser visualizada a sua confecção, será essa a qualidade da poesia moderna?
Há o que se pensar, se é mesmo tão fácil assim, ser poeta!
*Cris Passinato é Cristiana de Barcellos Passinato, tem 30 anos, mora, atualmente no Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro, é Brasileira, licencianda e técnica em química e tenta ser poeta, escreve e publica de forma independente suas poesias em seu portal, hoje em reformulação.
Escrito por Cris Passinato às 22h39
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Template novo
Gostei desse novo, é mais sério, urbano, tem relógio e adoro detalhe em flash...
Qdo enjoar mudo again!
Bjinhos a todos!
Cris
Escrito por Cris Passinato às 23h38
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Direitos Autorais x Direitos Intelectuais

Acho covarde a solução que me dão vez por outra de não divulgar meus escritos através de grupos e sites. Sites de formatações "vendáveis", aceitáveis, padronizados por grandes formatadores que se sustentam nesse luvável trabalho que tb demanda muito gasto de tempo, dinheiro, arte são a única forma de nos divulgar e minimizar o desconhecido, mas são caríssimos para meros normais mortais, estudantes e lutadores na vida ainda não bem estruturados financeiramente ou ainda dependentes financeiramente de nossos pais. Também é complicada a associação a algumas associações de literatura, pedem-se sempre taxas de adesão, anuidades, comparecimento a eventos, publicações com custos por antologias e assim vai. Academicamente falando também negam esse tipo de manifestação artísticas, puristas nos condenam e nos execram. Direitos autorais se compram somente pelo direito de arquivo na Biblioteca Nacional? Óbviamente que não? Sabe-se já embasados em argumentos jurídicos que a questão do direito de intelectual de fato transcende essa questão e a organização de uma obra de forma limpa e corrigida, formatada dentro dos padrões impostos pelo EDA / BN, também requerem tempo do escritor, ou dinheiro para se pagar seus revisores e digitadores, ou seja, assim vai se dificultando ainda mais o trabalho que poderia ser sem critério e capricho algum até mesmo em um papel de pão, mas para que se pague menos ainda, ou seja uma taxa somente, sem revisões ou pedidos de revisão de autoria, temos que pesquisar e fazer todo esse processo. Ainda existe a questão editorial, seja ela presencial ou virtual, as burocracias e mafias instituidas dão asco. No meio virtual piora a coisa com a instituição das famosas "panelinhas" que beneficiam e só divulgam quem lhes é interessante ou parceiros que vão colher divulgação e mais "prestígio". Vejam bem, estou sozinha em um empreendimento que quero que cresça que é o meu site. Meu site poderia vir a ser um portal, mas me dói e desanima quando tudo que me pedem é dinheiro e os convites sempre implicam em algum ônus ou troca de favores. Sendo assim, o que penso, parece que não vai agregar muito e importar em nada, mas o que digo pode vir a chegar a ouvidos que me entendam e a corações que realemente sintam a arte e façam valer os verdadeiros valores da poesia. É isso... Bjinhos Cris Passinato
(OBS: Já me intitularam fanática por Chaplin e por isso sua plagiadora, mas nunca a pessoa se dirige a mim, mas sim aos meus amigos, sendo covarde, pois nunca entrou em contato comigo, não me conhece e não sabe nada de minha vida e meu percurso, graças a Deus tenho gente de qualidade, sensibilidade e honradez que deixa valer a VERDADE e não deixa sequer essas pessoas virem a ser conhecidas e perante os comentários me calo e só peço as provas devidas, pq quem deve provas a mim é a meia dúzia de 3 ou 4 pessoas de quem falo. Essas pessoas são sempre as mesmas que criam situações, confusões com Deus e o mundo para se promover através da dor e do descrédito de quem tenta se expor através de versos e transmite somente amor...)
Escrito por Cris Passinato às 12h28
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Paixão Vil

Cris Passinato
Gostaria de poder sem ter medo de ser feliz,
Gostaria de achar meus erros e não ter o peso da consciência,
Gostaria de estar sempre prestes à loucuras e explodir por um triz.
Sabe que gosto de rompantes?
Sou estopim,
Viro cor de carmim,
Quando zombam de mim.
Não ouse tratar-me assim,
Como qualquer uma,
Não sou sua,
Nem de ninguém.
Vá daqui,
Sem nada nas mãos,
Não volte com nada nos braços,
Como aquele ramalhete de vis rosas rubras.
Amor não tem fim,
Paixão sim,
Foi apenas isso que senti.
Escrito por Cris Passinato às 12h21
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Poemetos - e-Book

Cris Passinato
Rio de Janeiro – RJ 03/08/2003
Vertigem
Tudo destorce em minha visão, Em um completo furacão. Quero focar meus objetivos, Sem fugir dos mais cativos. Quero sempre ganhar, Não lembrar de perder nem de chorar.
Vaidade
Não tenho muita vaidade, Somente a do saber, Não venho muito mais do que isso, Semente do que ambiciono, A sapiência sendo o portal de minha imortalidade. Quero chegar à flor da idade Mesmo que seja na maturidade. Quero poder dizer a todos Que o que sei e o que disse é verdade E será por toda a posteridade.
Droga
A maior droga É a que amortece Não só a que entontece. Quero desintoxicar-me Desse absinto, Desse labirinto. Liberdade
Nada paga a liberdade, Estar livre em qualquer espaço, Qualquer tempo, Não ninguém que compre essa sensação.
Ninguém pode, Nem deve vender sua alma para o diabo, Nem tentar ir mais cedo para o céu, Senão o inferno abre suas portas e Sai puxando você pelo pé.
Asas
Complicado o desejo do homem de voar, Sem asas e sem leveza nada sublima, Somente às aves são hábeis o suficiente, Sábias a contento de saber fazer seus malabarismos, Seus pousos divinos, Mas não há quem tire do Homem, A arte do criar e voar por mundos aonde esses seres nunca haverão de pisar.
Viagem
Costumo viajar por lugares d´antes não explorados, Costumo enfrentar leões e leopardos, Domá-los até virarem perfeitos gatos mansos e dengosos, Sem medo e nem piedade chicoteio no picadeiro do circo dessa viagem. Quero viver com emoção, Sem ter de ser rotulada que vivo em ilusão, Somente procuro uma nova sensação. Transloucada
Essa mania de gritar o que quer, Não precisa essa ânsia toda para viver, Não se necessita dessa corrida aflita, Calma é necessária juntando-se à harmonia. Nada na vida dá certo sem a engrenagem perfeita, A prática reflexiva em conjunto com a ponderada palavra.
Escrito por Cris Passinato às 12h18
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Pai

Cris Passinato
Não sabia de seu sofrimento, Não tenho aos meus pés o firmamento, Nem tenho como julgá-lo, pois não sou ninguém, Tudo que vi, pude constatar que é muito melhor que imaginava.
Desculpa e perdão a mim, por julgar e supervalorizar seus erros. São erros de pai que quer o melhor para seu filho. Preciso mais do que imagina de você. Quero o seu carinho, só isso que digo.
Vem para abraçar sem tempo contado, Sem paredes, Sem masmorras. Vem, quero seu carinho sem limites.
Amo você, papai!
Escrito por Cris Passinato às 12h15
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Camafeu

Cris Passinato
Música antiga. Arte na parede. Esculturas e um belo quadro à óleo. Lá eu vi a senhora do camafeu. Uma linda propriedade E um pingente perdido. Foi assim que me aventurei. Na arte de descobrir e procurei histórias. Aquele camafeu desenhado. Aquele pingente abandonado. Largado no meio da rua. Hipnotizando-me. Pra que pegá-lo? Qual seria a sua função? De aquilo ficar na minha mão? Por um instante, pensei! Não vou deixá-lo quebrar. Tal porcelana, Essa pintura, Essa rubra face, Esses cabelos castanhos cacheados, Esse olhar lânguido? Semblante de boneca, Antiga, aquelas de época, Boneca de louça, Bonequinha de luxo De uma era que não vivi. Levou-me a um tempo que não temi. A vitrola. E a música clássica. Um fundo bucólico De atmosfera envolvente, Nas paredes da casa, Pendurado, Firme encontrei. Lembrei-me de filme, Cenas clássicas de "flash backs", Sensações de algo que Nunca senti. Estranha proximidade, Intimidade. Com afeição, Com a situação, Com o luar. Que já estava a chegar. Assim chegou a razão Por tudo que vim. Uma longa sombra. Um belo corpo. Músculos, Pele alva, Um semblante sereno, Olhar denunciando Íntimo turbulento. Certifica pelos gestos firmes, Ajeitando seus cabelos castanhos, De um moreno claro, De charme discreto. O que fazes aqui? Quem és? O que te trazes aqui, menina? Agitada, Sem fôlego, Logo me veio o rubror Com o fogaço. Ameaço sorrir. Sem jeito, Coloco a mão no peito. Mostro-lhe enfim, A senhora do camafeu Que também estava ali. Não sabia. Mas a senhora do camafeu, A mocinha da tela, O moreno... Tudo me veio como falo aqui. Tão de repente, Tão completamente. Ele olhou para mim. Sorriu com meiguice, Arrancando-me o camafeu do pescoço. Num lance também me abrindo o decote em brasas. Que não pude me conter. Um beijo nasceu. Um amor ascendeu. Uma questão: O que o destino me seria mais capaz de trazer?
Escrito por Cris Passinato às 12h11
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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Recreio dos , Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música, Leitura ICQ - 44500248
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